
|
| |
Luís Camargo
fotografia: juan esteves
|
|
Paulistano, nascido em 23 de setembro de 1954, Luís Camargo é formado em Artes Plásticas
pela FAAP e Mestre em Letras pela UNICAMP.
Na década de 1970, fez teatro amador, trabalhando como diretor, cenógrafo, figurinista
e iluminador, além de dirigir várias peças de teatro infantil. Essas experiências
despertaram seu interesse pelo trabalho com a criatividade da criança, que desenvolveu
e aprofundou nos anos seguintes, dedicando-se inclusive a aulas de arte para crianças
e adolescentes com distúrbios neuromotores. Lecionou arte-educação,
literatura e alfabetização -- da pré-escola à universidade. Por anos, foi
coordenador do Núcleo Literatura do Itaú Cultural.
Publicou 17 livros infantis, tendo conquistado o Prêmio
Jabuti na categoria de Melhor Ilustração, de 1986, com O cata-vento e o
ventilador e alguns de seus livros exibem o selo "Altamente Recomendável" da
FNLIJ.
Escritor e ilustrador de livros infantis, tem realizado palestras por todo o Brasil
e publicado artigos sobre literatura infantil e ilustração. Suas ilustrações foram
expostas na importante Bienal de Ilustração de Bratislava, na antiga Tchecoslováquia.
Em 1999, esteve na Suécia apresentando a literatura infantil brasileira para
a Universidade de Estocolmo.
Luiz Camargo é ainda autor de Ilustração do Livro Infantil e
organizador de Arte-Educação da pré-escola à universidade.
Atualmente, é editor assistente de Literatura Infantil e Juvenil da Editora FTD.
Livros para Crianças
Ao lado: ilustração do poema "Mil e Oito", de O Cata-vento e o Ventilador, publicado pela FTD - Prêmio Jabuti de Melhor Livro Ilustrado, 1986
| |
Informa Nelly Novaes Coelho: "Em 1982, torna-se colaborador regular da Folhinha de S. Paulo (dirigida por Cecília Zioni). Suas estórias utilizam recursos gráficos jornalísticos (manchetes, disposição do texto em colunas, linguagem sintética etc.) e também convenções formais das estórias em quadrinhos, que o autor trata de maneira original. São textos brevíssimos, jogando com a comicidade, os desenlaces inesperados, ditos populares deslocados do contexto esperado, diálogos com o leitor ou diálogos absurdos (como o da "torneira" com o "chuchu" ou com o "bicho-papão", o jogo onomatopaico das palavras etc. etc. Porém, através do divertimento, a maioria deles torna o pequeno leitor consciente de algo importante que existe no mundo que o rodeia..." (Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira, 1995: 617)

Folhinha de S. Paulo, 19 de fevereiro de 1984
|
Ensaios e Artigos onLine
Projeto "Memória da Leitura" (IEL-UNICAMP):
A relação entre imagem e texto na ilustração de poesia infantil
Garatuja On-Line:
Ilustração e poesia: tradução, traição ou diálogo de linguagens?
Blocos Online:
A Poesia infantil no Brasil
* palestra apresentada no LAIS – Instituto Latino-americano –, da Universidade de
Estocolmo, e no Instituto Sueco do Livro Infantil, Estocolmo, Suécia, em outubro de 1999.
Parágrafo Aberto - O Caracol do Ouvido:
O Ateliê do Poeta
Silêncio Expressivo
Manacá: Aprendizagem de uma Simplicidade Refinada
|
Teoria e Referência
Entre em contato com o Autor! Clique: Luís Camargo
|
|