« Eu acho que tem razão,
Minha Cigarra querida.
Vivo juntando mil coisas
E desperdiçando a vida.
Quem trabalha como nós
Dia e noite, noite e dia
Precisa de vez em quando
De quem lhe traga alegria! »


A Cigarra
e a Formiga

João de Barro (Braguinha)


Cantiga das Formigas

1,2,3 sacos de farinha
4,5,6 sacos de feijão
Trabalhando, Dona Formiguinha
Vai enchendo aos poucos seu porão


Cantiga da Cigarra

Sou feliz, Cigarra cantadeira
Canto a vida, canto a luz
Pois quem canta, canta a vida inteira
Torna os sonhos mais azuis

De que vale um tesouro
Junto às flores do arrebol?
Quem quiser que junte todo o ouro
Eu prefiro a luz do sol





Coleção Disquinho
© 1960

Fábula de La Fontaine
Adaptação e melodias: João de Barro

Orquestração:
Severino Araújo

Elenco:
Teatro Disquinho
Narração:
Sonia Barreto

Tempo: 8'40


Disco vira livro
com desenhos de Odilon Moraes
(Moderna, 1995)


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