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Tajapanema
(Foi Bôto Sinhá)
waldemar henrique e antônio tavernard
Tajapanema chorou no terreiro Tajapanema chorou no terreiro
E a virgem morena fugiu pro costeiro
Foi bôto sinhá Foi boto sinhô Que veio tentá
E a moça levou E o tal dançará Aquele doutor
Foi bôto sinhá Foi boto sinhô
Tajapanema se pôs a chorar Tajapanema se pôs a chorar
Quem tem filha moça é bom vigiar
O botô não dorme no fundo do rio
seu dom é enorme quem quer que o viu
que diga que informe se lhe resistiu
o bôto não dorme no fundo do rio
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MÔNICA SALMASO
Trampolim (Pau Brasil, 1998)
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